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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Anitta sobre curvas: ‘Sou cheia de buraco na perna, não tem corpão nenhum!’


Nos bastidores do TV Xuxa gata garante: ‘Não aceitaria posar nua. Ia querer malhar um ano antes. Não ia dar certo não!’




Ela é um fenômeno do funk, mas é gente como a gente! No camarim, enquanto esperava para gravar o TV Xuxa, a simpática cantora Anitta falou sem medo sobre o corpão que Deus lhe deu: “Minha família não tem genética de ter a barriga grande. Pareço ter um corpão porque a silhueta é a convencional, só que sou cheia de buraco na perna, meu amor, não tem corpão nenhum”, revela. O papo vai muito além com a Xuxa, no programa deste sábado, 11/05. Fique ligado!

Difícil de acreditar, não é? Mas a gata admite que a rotina corrida não deixa sobrar tempo para uma dedicação maior às suas curvas: “Como muito, só besteira. Às vezes tento malhar, uma vez na semana, mas está bem difícil.”



Para a galera que sonha ver a cantora posando nua pode para de sonhar! Anitta garante que não aceitaria se fosse convidada: “Ia querer malhar um ano antes, fazer um monte de cirurgia. Não ia dar certo não!”A diva ainda abre o coração para falar sobre carreira meteórica: “Ultimamente não estou tendo uma vida social. Fui eu que escolhi, sei que para chegar rápido onde a gente quer tem que ser com grande esforço. Tudo tem seu lado bom e seu lado ruim, não dá abraçar o mundo de uma vez só! Gosto muito do meu trabalho, às vezes nem parece que estou trabalhando.”
Quer ver mais da maravilhosa Anitta? Não perca o TV Xuxa deste sábado e fique ligado nas novidades do site!


Fonte: http://tvg.globo.com/programas/tv-xuxa/por-tras-das-cameras/noticia/2013/05/anitta-sobre-curvas-sou-cheia-de-buraco-na-perna-nao-tem-corpao-nenhum.html 

sábado, 27 de abril de 2013

Filha de Faustão, Lara faz baile funk para comemorar os 15 anos, com presença de MC Koringa, Naldo e Mulher Moranguinho


Filha de Faustão, Lara faz baile funk para comemorar os 15 anos


Lara, filha mais velha de Fausto Silva, debutou ao som do pancadão. A menina fez um verdadeiro baile funk para comemorar os seus 15 anos, na noite desta sexta-feira, em São Paulo. Os 170 convidados presentes na boate Club Royal se divertiram ao som de MC Koringa, Naldo e Mulher Moranguinho.
Os funkeiros cariocas causaram o maior alvoroço com os adolescentes ao chegarem na festa, mas por conta de outros compromissos profissionais permaneceram por pouco tempo no local.
Animada, a aniversariante foi uma das últimas pessoas a deixar a boate. Ao lado da mãe, Magda, a menina saiu da festa por volta das 3h30 da madrugada deste sábado. Avesso a badalações, Faustão não compareceu ao aniversário da filha.





Fonte : http://extra.globo.com/famosos/filha-de-faustao-lara-faz-baile-funk-para-comemorar-os-15-anos-com-presenca-de-mc-koringa-naldo-mulher-moranguinho-8230444.html

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Aluna passa em 2º lugar em mestrado com projeto sobre Valesca Popozuda

Aluna passa em 2º lugar em mestrado com projeto sobre Valesca Popozuda
Mariana Gomes, de 24 anos, passou em segundo lugar na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, com o projeto “My pussy é poder – A representação feminina através do funk no Rio de Janeiro: Identidade, feminismo e indústria cultural. Entre os objetivos do projeto está a desconstrução da ideia de que o funk seria o último grito do feminismo através das músicas de Valesca Popozuda, Tati Quebra Barraco, entre outras. Recentemente, Valesca foi escolhida como patronesse de uma turma de calouros de Mariana.
(Correção: Por volta das 9h30 desta quinta-feira (18), a estudante informou que a universidade fez uma correção nas notas e que ela ficou em 2° lugar e não na 1ª colocação, como foi publicado anteriormente).
A ideia do projeto começou a surgir em agosto de 2008, quando a estudante ainda cursava a graduação em Estudos de Mídia, na mesma universidade. Ao estudar o funk e a sociabilidade da classe trabalhadora no município do Rio, ela visitou bailes funks em lugares como a Rocinha, na Zona Sul, em Santa Cruz, na Zona Oeste, e na Ladeira dos Tabajaras, também na Zona Sul.
“Eu fui observando que havia poucas mulheres cantando e que este papel ficava com os homens. As mulheres só estavam presentes dançando e quando havia erotismo. Parecia que não tinha espaço para a participação feminina em outros assuntos. E o público do baile é em sua maioria feminino”, explica a mestranda. A pesquisa deu origem ao seu projeto de conclusão de curso intitulado "Melancia, Moranguinho e melão: frutas estão na feira - A representação feminina do funk em jornais populares do Rio de Janeiro."

Ao longo do curso, a aluna pretende discutir se as letras de funk cantadas por Valesca Popozuda e outras intérpretes do gênero são um caso de libertação feminina ou apenas um atendimento da demanda do mercado erótico.

“A MC Dandara, que escreveu “Funk de sainha”, sucesso gravado pela Valesca, escreve músicas de protesto, como o rap “Nossa banheira”. É uma música muito politizada. Mas ela precisa escrever músicas para vender. Então é possível que o erotismo nas letras de funk seja um fator mercadológico. A questão do corpo é o que mais me interessa. A relação entre feminismo e erotismo é perigosa, inclusive para a Valesca. Ela se diz feminista, mas será que é mesmo?”, questiona Mariana, reiterando que em uma das músicas, a cantora de funk diz Mulher burra fica pobre/ Mas eu vou te dizer/ Se for inteligente pode até enriquecer/ Por ela o homem chora/ Por ela o homem gasta/ Por ela o homem mata / Por ela o homem enlouquece / Dá carro, apartamento, joias, roupas e mansão / Coloca silicone / E faz lipoaspiração / Implante no cabelo com rostinho de atriz / Aumenta a sua bunda pra você ficar feliz.

Segundo Mariana, as letras trazem o valor da mulher interesseira. “A cantora afirma o corpo como espaço de liberdade, mas ele pode ser uma prisão, neste caso, porque o objetivo é conseguir bens materiais. Não chega a ser uma prostituição, mas é um jogo perigoso”.

Abertura na universidade
A aprovação da aluna em segundo lugar no curso com o tema e escolha de Valesca Popozuda para patronesse de uma turma de Estudos de Mídia indicam uma abertura na Universidade Federal Fluminense para um assunto que nem sempre foi acolhido pelo mundo acadêmico.

"Aquela turma ter escolhido a Valesca foi uma atitude ideológica. Estamos aqui para dizer que não existe baixa cultura. A minha turma escolheu o Saramago [José Saramago, escritor português morto em 2010]. Colocaram os dois em pé de igualdade, talvez para mostrar que a hierarquização da cultura só é prejudicial para a discussão", considera a estudante.
Pronto falei
Reforçando a discussão da hierarquização da cultura, a jovem lembra das expressões "pronto falei" e "vou confessar que" utilizadas pelas pessoas que dizem que gostam de funk. "É comum você ouvir: vou confessar que gosto da Valesca. As pessoas já sabem que serão julgadas, ou elas mesmas se julgam. É importante quebrar este paradigma de séculos. Fazer isso vir à academia é muito importante", encerra Mariana.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Estúdio itinerante grava CD de bandas rio-grandinas


Estúdio itinerante grava CD de bandas rio-grandinas



O ônibus com um estúdio móvel é uma iniciativa da ONG Cirandar, de Porto Alegre

Pelos próximos cinco dias o estúdio móvel permanece em Rio Grande, período em que ocorrerá a captação do áudio
Depois de três anos na estrada, o projeto Gravaêh chega pela primeira vez em Rio Grande. O ônibus com um estúdio móvel é uma iniciativa da Organização Não Governamental (ONG) Cirandar, de Porto Alegre. Através do trabalho, dez bandas do município serão beneficiadas. O veículo permanece na cidade até domingo.
A primeira banda a entrar no estúdio em solo rio-grandino foi a K.A.M.E. As gravações ocorreram no início da noite de terça-feira (16). Em 2013, Rio Grande foi a primeira cidade do Estado a receber o projeto. Desde 2010 mais de 70 bandas tiveram a oportunidade de confeccionar mídias com os trabalhos próprios. Este ano o Gravaêh deve visitar uma localidade por mês. PelotasBagé e Porto Alegre devem ser as próximas a integrar o roteiro do coletivo com estúdio móvel.
O produtor musical Pedro Romero diz que por dia duas bandas terão a oportunidade de registrar de uma a duas músicas. As gravações acontecem das 9h às 13h e das 14h às 18h e podem ser acompanhadas pelo público pelo lado de fora do ônibus. Através do programa, completamente gratuito, cada banda receberá 30 CDs com as faixas gravadas, além de uma mídia que conterá o trabalho de todas as bandas participantes.
ProcessoPara participar do Gravaêh, as bandas precisaram passar por uma seleção. As inscrições foram feitas pela internet e se estenderam até o dia 7 deste mês. Vinte e dois grupos demonstraram interesse. Destes, dez foram selecionados e dois ficaram como suplentes. Entre os cinco critérios utilizados para a escolha final foram consideradas a afinação e a originalidade.
Pelos próximos cinco dias o estúdio móvel permanece na cidade, período em que ocorrerá a captação do áudio. A mixagem e a masterização serão feitas em Porto Alegre, na produtora Technologica, apoiadora do projeto.
OportunidadeCom aproximadamente dez anos de estrada na noite, sobretudo rio-grandina, Deka Santoro ao lado de mais sete músicos terá a possibilidade de dar mais destaque ao trabalho próprio desenvolvido pelo grupo. Habituados ao cover nas apresentações, a banda destacará, através de uma composição de Rafael Vianna, um projeto voltado para a Música Popular Brasileira (MPB). Deka afirma que a possibilidade de participar de um projeto conhecido como o Gravaêh é muito importante, pois além de integrar uma iniciativa cultural a seleção irá ajudar na divulgação do trabalho dos profissionais.

Fonte : http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=NjY4ODU=&id_area=MA==